António Ramos Rosa nació en Faro (Portugal) en 1924 y murió en Lisboa en 2013. TEU CORPO PRINCIPIA Dou-te um nome de água para que cresças no silêncio. Invento a alegria da terra que habito porque nela moro. Invento do meu nada esta pergunta. (Nesta hora, aqui.) Descubro esse contrário que em si mesmo se abre: ou alegria ou morte. Silêncio e sol – verdade, respiração apenas. Amor, eu sei que vives num breve país. Os olhos imagino e o beijo na cintura, ó tão delgada. Se é milagre existires, teus pés nas minhas palmas. O maravilha, existo no mundo dos teus olhos. O vida perfumada cantando devagar. Enleio-me na clara dança do teu andar. Por uma água tão pura vale a pena viver. Um teu joelho diz-me a indizível paz. TU CUERPO COMIENZA Te doy un nombre de agua para que crezcas en silencio. Invento la alegría de la tierra que habito porque en ella vivo. Invento de mi nada esta pr...
Grupo de traducción de poesía del español y al español creado y coordinado por CARLOS VITALE